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Coluna

Coluna vida em movimento

Resenha com Eduardo Hamann

Dudu, como é mais conhecido, começou na prática do jiu-jitsu em 2003. Galera, o amor e vontade de ser um praticante da arte suave fez com que ele fosse para Lages aprender e participar dos treinos com o mestre Aldori Bernadino. Sabe por que nosso jiu-jiteiro se lançou no tatame? Por ser muito encrenqueiro e foi por meio da arte suave que aprendeu o autocontrole e outros valores das artes marciais.

Para ele, que é faixa preta em sua arte e professor, o jiu-jitsu significa respeito pelo próximo. Dudu me contou que, no tatame, foi preparado não para ser só um lutador ou um bom professor, mas sim para ser um homem de caráter, honra, valores e princípios. Artes marciais propagam a paz.

Ele finalizou nossa resenha comentando que o jiu-jitsu só gerou em sua vida coisas boas e que a arte suave é sua paixão. Sua grande recompensa é o reconhecimento, admiração e o carinho que recebe dos alunos. Parabéns, Dudu!




Uma foto, uma história


Gente, a foto nem precisa de legenda. Mas vamos lá! Amábilly da Silva Cardos, 23 anos, pratica velocross desde os três anos de idade. Começou com o incentivo do pai, que também corria. Esses pais são fera!

Amábilly me contou que além de todos os seu títulos, a maior conquista foi se destacar no esporte. Ela é uma das pioneiras da atividade em Santa Catarina. Isso não é pouca coisa. Que fera! Mas ela enfrentou dificuldades no seu meio esportivo. A principal? ser mulher em uma atividade "masculina". Ela sempre correu com homens. O bom é que agora que mais mulheres estão entrando para o velocross. Pessoal, o preconceito tem que acabar no meio do esporte e da nossa sociedade. Cada um deve fazer o esporte ou atividade física que gosta. Continue firme e vá pra cima deles.

Correndo em família


Então, pessoal, vamos falar de uma família que vive em movimento. Claudiomar da Silva, 50 anos, Maipê Freitas da Silva, 50 anos, e Vinicius Gabriel da Silva, 22 anos. Eles são daqueles apaixonados pelas corridas de rua. Seus pés criam asas. Que exemplo! Que inspiração!

O pai treina três vezes na semana, cada dia faz 12 Km. Já o filho, corre uns 10 Km, duas vezes na semana. A mamãe, atualmente só está fazendo caminhadas em torno de 5 Km a 7 Km. Será que eles participaram de competições? Sim, de diversas. Porém tudo começou em 2014, quando incentivado pelo professor Gilmar (Pepe), Claudiomar realizou sua primeira Meia Maratona Internacional de Floripa. Que isso, gente! Aplausos para ele e pro Pepi.

Ah, Vinicius também já conquistou vários troféus na sua faixa etária. Uma família de conquistadores. Maipê me falou que, com a pandemia, não pararam as caminhadas ou corridas, a opção deles foi fazer um horário mais cedo e utilizar outro itinerário, onde não tivesse tantas pessoas. Para essa família a atividade física é muito importante, pois além de aliviar o estresse e melhorar a concentração, acalma a mente. Eles treinam até mesmo quando estão de férias. Para este pessoal, temos que tirar o chapéu, ou melhor, os tênis. Voem cada vez mais alto.

Se liga nesta história dos chapas, durante vários anos consecutivos Claudiomar junto do Gilmar(Pepi) e Antonio Donizete (Tunico) vão na sexta-feira Santa correndo até a Serra da Santinha agradecer pelo ano vivido. Em outro momento vamos contar mais... foi só para colocar água na boca.







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